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Bleisure: Como empresas estão lidando com a extensão das viagens a trabalho para lazer

Introdução

No cenário corporativo atual, a prática do bleisure — a combinação de viagens a trabalho com períodos de lazer — tem ganhado destaque. Para gestores e profissionais de viagens corporativas, entender como essa tendência impacta a organização e o bem-estar dos colaboradores é fundamental. Nesta análise, exploramos insights de Fi Morrison-Arnthal, fundadora da Ambitions Travel Recruitment, especialista em recrutamento para o mercado de viagens de luxo, para compreender as tendências em recursos humanos (RH) relacionadas ao bleisure e seu impacto no setor.

O que é Bleisure e por que importa para viagens corporativas

Bleisure, uma junção das palavras “business” e “leisure”, refere-se à prática de estender viagens de trabalho para incluir momentos de lazer. Isso pode significar que, após compromissos profissionais, o colaborador aproveita para desfrutar da cidade visitada ou realiza atividades de turismo por conta própria ou com a família. Essa prática tem crescido devido à flexibilização das rotinas e à busca por equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

Perspectivas de Fi Morrison-Arnthal sobre o mercado de viagens corporativas e bleisure

Em entrevistas concedidas ao TDM (Travel Daily Media), Fi destaca que as empresas de luxo e as que valorizam o bem-estar dos funcionários estão cada vez mais abertas a permitir e até incentivar o bleisure. Segundo ela, Essa tendência reflete uma mudança de paradigma na gestão de viagens corporativas, que agora precisa contemplar as necessidades pessoais dos viajantes para garantir satisfação e produtividade. Além disso, Fi ressalta que o mercado de RH está se adaptando para incorporar políticas que equilibram custo, segurança e flexibilidade nas viagens.

Impacto para gestores, RH e viajantes corporativos

Para gestores de viagens e profissionais de RH, bleisure representa um desafio e uma oportunidade. É crucial desenvolver políticas claras que definam os limites entre as despesas corporativas e pessoais, garantindo transparência e controle dos custos para a empresa. Para os viajantes, a possibilidade de bleisure pode aumentar a motivação e reduzir o stress, contribuindo para melhor desempenho no trabalho. Fi também aponta que Implementar diretrizes flexíveis, mas robustas, é essencial para equilibrar interesses da empresa e dos colaboradores.

Tendências relacionadas e conexões com temas atuais

  • Políticas de viagens corporativas: Ajustes para incluir o bleisure de forma estruturada, conciliando interesses financeiros e satisfação dos funcionários.
  • ESG e sustentabilidade: A incorporação de práticas de viagem sustentável pode ser alinhada ao bleisure, promovendo destinos locais e reduzindo o impacto ambiental.
  • Custos e economia: Monitoramento rigoroso dos gastos para evitar abusos e ao mesmo tempo permitir experiências enriquecedoras ao colaborador.
  • Bleisure e bem-estar: Foco no equilíbrio emocional e físico dos viajantes, que podem aproveitar momentos de lazer durante viagens a trabalho.

Conclusão prática e recomendações

Empresas devem formalizar políticas claras sobre bleisure, definindo limites, responsabilidades e cobertura de custos. É recomendada a comunicação transparente com os colaboradores para evitar mal-entendidos. Além disso, incluir o bleisure na estratégia de gestão de viagens pode valorizar o capital humano e melhorar a imagem da empresa como empregadora preocupada com o bem-estar.

Referências

  • Travel Daily Media (TDM) entrevista Fi Morrison-Arnthal, Founder, Ambitions Travel Recruitment, sobre tendências de RH no mercado de viagens de luxo.
  • Conceitos de bleisure aplicados ao contexto corporativo e gestão de viagens.

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